Desejos de grávida
Amor… Amo-or!
Hummmm ???!!!
Acorda !!
- Hummm?!
- Acoorda!!!!
Desorientado e assustado, o sujeito se levanta e pergunta:
- O que aconteceu?!
-Estou com desejo…
- Desejo???
- É… De comer carne de urubu…..
- Urubu???
Mas onde vou achar um bicho desses, agora???
- Vai no lixão…
- Tá louca!!!
Eu não vou a lixão algum!!! Se quiser, pinte um frango de preto,
mate e coma!!!
Puta da vida, ela fala:
- Nunca se arrependa
se nosso filho nascer com carinha de urubu.
Nove meses se passam…. Chega o dia do parto e, quando o cara vai
ver seu filho querido, vê que seu herdeiro é pretinho, pretinho.
O retardado, cheio de remorso, corre para a casa de sua mãe e diz:
- Mamãe, eu não quis dar carne de urubu para a minha esposa quando ela estava grávida e sentiu desejo. Agora meu filho nasceu preto como o bicho!!!
A mãe, bem humorada, consola o filho que está em prantos:
- Esquenta não, filho…
Quando eu estava grávida de você, tive desejo de comer carne de touro, não consegui…
E você nasceu chifrudo, e nem percebeu!!!
A menta e a hortelã
A Menta e a Hortelã estavam em um bar, jogando conversa fora. De repente a Hortelã falou:
- Ô, Menta! Tive uma idéia… Que tal a gente encher a cara?
- Quê? – perguntou a Menta, assustada – Cê tá cansada de saber que eu não bebo, Hortelã! Tá louca?
- Ah, vamos tomar uma breja, Menta! Deixa de frescura!
- De jeito nenhum! Eu sou uma erva geração saúde!
- Que mané saúde! Você tá é com medo de tomar bronca da mamãe! Sua criançona!
- Cê tá folgada hoje, hein Hortelã! Ó que eu levanto daqui e vou me embora!
- Melhor mesmo! A mamãe já deve estar preocupada… Já é hora de neném estar na cama, né?
Então Menta ficou puta da vida, levantou, virou as costas e foi indo embora. Arrependida de ter provocado a amiga, a Hortelã se levantou e disse uma frase que não só fez a Menta voltar pra mesa, como também concordar em tomar umas cervejas com a amiga. Sabe o que a hortelã disse?
- Espere, Menta!
– Espere, Menta!
– Espere, Menta!
Metereologia indígena
Aproxima-se o inverno. Os notáveis da tribo vão ao Cacique se esclarecer:
- Grande Chefe, já começamos a catar lenha, mas o inverno este ano será rigoroso ou ameno?
O Cacique, nascido e criado em tempos modernos, não aprendera com seus ancestrais os milenares segredos da Meteorologia. Entretanto, não podia e nem queria demonstrar insegurança. Olhou para o céu por algum tempo, elevou e estendeu as mãos, sentiu o rumo dos ventos e, em tom sereno, profético e firme anunciou:
- Teremos um inverno muito forte!!! É bom catar muita lenha!!!
Na semana seguinte, preocupado com o chute, telefonou para o Serviço Nacional de Meteorologia e ouviu a resposta:
- Sim… O inverno deste ano será muito frio!!!
Sentiu-se, então, mais aliviado e seguro. Novamente aconselhou todo seu povo:
- O melhor que se faz é catar muita lenha… O inverno será rigoroso!!!
Dois dias depois, ligou novamente para o Serviço Nacional de Meteorologia e não deu outra:
- Sim… As evidências apontam este ano como de inverno muito rigoroso!!!
Dirigiu-se novamente a seu povo:
- Teremos um inverno muito rigoroso. Catem todo pedaço de lenha que encontrarem. Temos que aproveitar até os gravetos.
Na semana seguinte, ainda um pouquinho inseguro, ligou para o Serviço de Meteorologia outra vez:
- Vocês têm certeza de que teremos um inverno tão rigoroso assim, como estão afirmando há dias ???
- Sem a menor dúvida!!! – respondeu o meteorologista de plantão – Este ano teremos um frio muito, mas muito intenso mesmo, fora das médias
tradicionais…
- E o que leva o homem branco a ter tamanha certeza???
- Meu amigo, este ano os índios estão catando lenha pra caraaaaaaaamba!
Filhos, noras e sogras
Duas distintas senhoras encontram-se após um bom tempo sem se verem.
Uma pergunta à outra:
- Como vão seus dois filhos… a Rosa e o Francisco?
- Ah! querida… a Rosa casou-se muito bem. Tem um marido maravilhoso. É ele que se levanta de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, faz o café da manhã, arruma a casa, lava as louças, recolhe o lixo e ajuda na faxina.
Só depois é que sai para o trabalho, em silêncio, para não acordar a minha filha. Um amor de genro! Benza-o, ó Deus!
- Que bom, amiga! E o seu filho, o Francisco? Casou também?
- Casou sim, querida. Mas tadinho dele, deu azar demais. Casou-se muito mal… Imagine que ele tem que se levantar de madrugada para trocar as fraldas do meu netinho, fazer o café da manhã, arrumar a casa, lavar as louças, recolher o lixo e ainda tem que ajudar na faxina! E só depois de tudo isso ainda sai para o trabalho, em silêncio, para sustentar a preguiçosa, vagabunda, da minha nora – aquela porca nojenta e mal agradecida!
Azar na sexta-feira 13
Naquela sexta-feira, 13 de agosto, o Brito chega em casa com cara de quem foi atropelado por um caminhão. A mulher se assusta:
- Nossa, Brito! Que cara é essa?
- Eu perdi tudo. . . Tudo que nós temos no jogo de cartas. . .
- Ah, desgraçado! Eu não disse? Eu avisei! Não vai jogar hoje que é sexta-feira, treze! Dá um bruto azar!
- Ah, é? E o cara que ganhou tudo de mim? Tava jogando no sábado de aleluia, por acaso?

















































